segunda-feira, 7 de junho de 2010


Os termos hacker e cracker se parecem muito e são confundidos por aqueles que não dominam com perfeição o vocabulário do mundo da informática. Na verdade, hackers e crackers são experts em computadores, pessoas que possuem habilidades extraordinárias em lidar com sistemas e programações, e que dedicam muito tempo de suas vidas em estudar conteúdos. O que os diferencia é o uso que fazem destes conhecimentos. A palavra hacker, em sua tradução literal significa cortador. Porém, o uso e entendimento mais comum desta palavra traduzem uma associação entre hacker e pirata digital, vândalo, invasor.

hackear tem um significado para a sociedade de piratear, vandalizar ou vender serviços criminosos. Para tal conduta existem termos estritamente apropriados, como lamer ou cracker.

Cracker, de acordo com o significado originalmente cunhado ao termo, designa sim, pessoas mal intencionadas, que estudam e decodificam programas e linguagens a fim de causar danos a computadores alheios. A intenção é invadir e sabotar sistemas, roubo eletrônico, estelionato a intenção é definitivamente ruim.

Hackers não podem ser considerados coletivamente como criminosos, já que muitos deles trabalham em colaboração com desenvolvedores de software, em uma ação que visa eliminar possíveis falhas de segurança nestas ferramentas. Eles são considerados também os principais responsáveis pelo desenvolvimento da internet e dos softwares livres (o Linux é uma criação hacker!). Apesar de não se encaixar no design geral do sistema um 'hack' é em geral rápido, esperto e eficiente . Seriam as pessoas que criaram a internet. São pessoas da sociedade moderna.

Não temos grandes ataques no Brasil, mas temos pequenos roubos. Então, tenhamos mais cuidado, tanto com nossas informações pessoais, quanto profissionais.

O racker é metódico, esta em constante ligação com mundo virtual. Não tem medo de errar, sabe que para alcançar seu objetivo tem que tentar varias vezes, esta sempre procurando mudanças. Esse é um racker de produtividade.

domingo, 6 de junho de 2010

GINÁSTICA AO AR LIVRE PARA MELHOR IDADE

Antes da caminhada, moradores do P Norte, fazem ginástica, de alongamento e reforço muscular, com uma equipe do corpo de bombeiros, que também verificam a pressão arterial, tanto dos participantes quanto dos que solicitam o atendimento. O Cabo Claudio e professor de educação física, cobra atenção a todo momento.
Até quem passa pelo local fica admirado com tanta animação.
O projeto esta sendo tão bem aceito, que até camisetas já estão sendo confeccionadas para ficar bem organizadinho. Como disse o Cabo Claudio, nos avisos finais da ginástica.
Segundo o professor, “ a ginástica na melhor idade tem o objetivo de criar uma grande amizade”.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Evento para os alunos de comunicação social em Brasília

A Segunda Semana de Comunicação, realizada na Faculdade Anhanguera de Brasília, orientou os alunos sobre a importância da realização de estágio durante o período acadêmico.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Alunos promovem semana da comunicação

A segunda semana da comunicação na faculdade JK Anhanguera reuniu alunos do curso de jornalismo, publicidade e propaganda e ainda relações públicas.

terça-feira, 18 de maio de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

SUPERAÇÃO PARA ADVOGAR

Terezinha Soares Bonfim, moradora da Ceilandia Norte e formada em direito pela universidade IESB há quatro anos. Brasiliense, determinada, muito ética e descontraída, relata um pouco da sua trajetória acadêmica e o amor pela profissão e por sua família.

- GIANE SILVA - Porque escolheu direito?

TEREZINHA SOARES - Escolhi direito, em um primeiro momento, por pura influência, mais tarde, quando entrei na faculdade vi que não se tratava apenas de influência, mas de vocação. Comecei a trabalhar muito cedo, no escritório de advocacia do meu tio, aos quatorze anos, quando sequer tinha concluído, na época o segundo grau. O contato diário com a rotina do advogado fez fluir em mim um desejo de advogar, que mais tarde se confirmou, e entrei na faculdade com a convicção do que, de fato queria, advogar. Diferentemente de mais da metade dos meus colegas de sala que estava lá porque almejavam uma carreira pública, eu queria realizar o sonho de advogar, de poder aproximar os outros, principalmente os mais necessitados, do ideal de justiça.

GIANE SILVA - Teve apoio?

TEREZINHA SOARES - Minha família sempre me deu apoio, mas apenas moral, pois não dispunhámos de recursos financeiros. Sou filha de costureira e carpinteiro, e eles dispunham de parcos recursos para manter uma família de quatro filhos. E a universidade pública estava muito distante da minha realidade, eis que tive de fazer um curso de segundo grau profissionalizante, que preparava, à época, tão-somente para inserção no mercado do trabalho. Recordo-me que o curso chamava-se Técnico em Serviço Bancário, e as matérias cobradas no vestibular pela Universidade de Brasília eram eliminadas de pronto no primeiro ano do segundo grau, abrangendo nos anos subseqüentes matérias voltadas para o serviço bancário mesmo. Não me restando outra alternativa que freqüentar os bancos dos cursinhos preparatórios pré-vestibular, mas, infelizmente, mesmo com o cursinho não conseguir atingir a nota exigida nas disciplinas de física e química, eis que eu não entendia absolutamente delas, e o cursinho era uma revisão, partindo-se do pressuposto de que os alunos já tinham visto a matéria, mas quem fazia o curso em serviços bancários não tinha contato nenhum com essas matérias, por isto tive de ser uma acadêmica de faculdade privada. No primeiro semestre da faculdade, recordo-me que tive um problema sério, entrei em depressão, e pensei em desistir, mas uma grande amiga, Sandra, foi à faculdade negociou minha dívida e dei continuidade ao curso.
Tive apoio também de várias outras pessoas, de modo muito especial, de uma chefe de seção, quando trabalhei na terceirização da Polícia Federal, Vera Lúcia Costa Guimarães, que me acolheu, na casa dela, mesmo sem me conhecer, para que eu pudesse economizar o dinheiro da passagem de ônibus para complementar a mensalidade da faculdade. No início da minha carreira quem me apoio foi um empresário de Brasília, sr. Valdemir Hass, da empresa Terra Oeste Terraplenagem, Escavações e Transportes, que confiou as demandas jurídicas da empresa e as pessoais a mim.

GIANE SILVA - Acredita que seu curso, melhorou em nível de conhecimentos ou as faculdades estão investindo pouco?

TEREZINHA SOARES - Sempre tive muito claro que o conhecimento é um processo pessoal. Em tese, supõe-se que quem está ingressando no Curso Superior já tenha uma certa maturidade, então o acadêmico tem de esquecer dos tempos em que o professor “garimpava” o conhecimento para transmitir ao aluno. É de extrema importância que o aluno perceba que ele é responsável pelo seu próprio conhecimento. Considero que, mesmo que a faculdade não invista suficientemente no ensino, o mínimo elas têm apresentado, o conteúdo exigido pelo Ministério da Educação, e a partir do plano de curso, do conteúdo, o aluno tem de se portar como pesquisador, “garimpando” de todas as formas para fazer a diferença em sua profissão. No meu caso, por exemplo, a bibliografia obrigatória era composta por cinco livros por matéria, tínhamos cinco matérias por semestre, então a soma seria de vinte e cinco livros lidos a cada semestre, e falo, sem nenhum receio, de que os meus colegas que ficaram atrelados ao mínimo exigido pela faculdade são profissionais medíocres e receosos do mercado de trabalho que, como dizem, está “encharcado” de profissionais de direito.
O investimento, sem dúvida, é pouco, mas não se pode criar uma dependência cognitiva da Instituição, sob pena de ter de responder pessoalmente, no futuro.

GIANE SILVA - Você esta atuando ou não?

TEREZINHA SOARES - Atuo, com imensurável prazer. Logo que formei fui professora universitária, ministrava a disciplina de Direito Processual Civil, o que me dava imenso prazer, mas a advocacia demanda muito tempo, então tive de abandonar, embora com tristeza, o magistério.


GIANE SILVA - Se esta, houve uma defesa que obteve uma repercussão ou perda frustrante?

TERZINHA SOARES - A advocacia é um labor fascinante, cheios de alegrias e frustrações. Nosso ordenamento jurídico não é algo engessado, e embora tenhamos leis rígidas, sua rigidez se fragiliza perante a doutrina, jurisprudência e, agora mais recente, as súmulas vinculantes, assim festejamos vitórias e amarguramos as derrotas, por óbvio.
Poderia, é claro, elencar diversos casos que tiveram grande repercussão, mas, por considerar, pessoalmente, de maior relevância, farei menção há uma demanda judicial que obtive êxito, mas me trouxe frustração, o que é um paradoxo, sem dúvida.
Sou advogada voluntária da Sociedade dos Portadores de Esclerose Múltipla – SEMBRA, a esclerose múltipla é uma patologia degenerativa, que tem seus efeitos reduzidos por meio de um medicamento ministrado uma vez por semana nos portadores.
O medicamento é de altíssimo custo, uma ampola pode custar até R$ 5.000,00, e a Secretaria de Estado de Saúde, embora tenha obrigação de manter essa medicação não faz. Em função disto, impetrei Mandado de Segurança, para que o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, determinasse, por liminar, à Secretaria de Saúde, a aquisição do medicamento. Embora eu tenha obtido êxito, ou seja, conseguido a liminar em todos os mandados de segurança, a ordem judicial não foi cumprida. Festejei a obtenção da liminar, e me senti frustrada por perceber o desrespeito da Secretaria de Saúde com o Poder Judiciário. Neste caso, tive de pedir a prisão do Secretário de Saúde para, só então, vê a liminar cumprida.
Outro caso foi no âmbito do direito ambiental, o meu cliente plantou algumas mudas de pau Brasil, imaginando estar fazendo um bem para o meio-ambiente, eis que se trata de uma planta em extinção, e foi autuado pelo Instituto do Meio-Ambiente, porque o pau Brasil não é uma vegetação do cerrado. Em audiência requeri autorização para extrair as mudas plantadas, o que foi, categoricamente, indeferido pelo Juiz, com aprovação da Promotoria do Meio-Ambiente. Eu sustentei que era um absurdo ter de pagar multa por plantar e não poder “arrancar”, era algo , ao meu ver, contraditório, inadmissível. Fiquei muito frustrada com a postura do magistrado, porque entendo que se não posso plantar vegetação que não é do cerrado é porque, de certo, prejudicará o solo, então a saída seria arrancar, mas com o pagamento da multa o pau Brasil poderia crescer no local sem problemas, o que, para mim, demonstrou um interesse com os cofres públicos, em detrimento da justiça!

GIANE SILVA - Você acha uma profissão arriscada?


TEREZINHA SOARES - A profissão genuinamente não é arriscada. A advocacia é uma atividade-meio, porque o poder decisório está mesmo com os Magistrados. Contudo é de extrema responsabilidade, o operador do direito está lidando com vidas, com direitos e obrigações.
Recordo-me de uma discussão que tive com um primo, a quem estimo muito, e ele sustentava, na ocasião de que o médico era mais importante que o advogado. Dei a ele o seguinte exemplo: Imagine uma pessoa doente, cujo meios para tratá-lo exista apenas em uma rede particular, e a rede particular se recusa a atendê-lo porque este não tem recurso para pagar. O advogado impetra um Mandado de Segurança, por ser a saúde direito constitucionalmente garantido, e consegue a liminar para o seu tratamento naquela rede particular, quem foi mais importante? Ele me respondeu: É não fosse a liminar ele não chegaria ao médico. E, para não fugir muito da pergunta, se o pedido não estiver devidamente embasado, fundamentado, corre-se o risco de sucumbir, e expor a vida de um cliente para sempre.
Então, ao meu ver, o risco da advocacia está nas argumentações frágeis, na falta de conhecimento legal, de estudo responsável das causas, que pode mudar e, para sempre, negativamente, a vida do cliente, se realizado com negligência.

GIANE SILVA - Sobre a falta de ética de alguns colegas, o que tem a dizer?


TEREZINHA SOARES - Difícil falar de ética neste país, não é mesmo? Entretanto, assim como em outros segmentos, temos profissionais de toda natureza. Não sofri, diretamente, até esta data, nenhum problema ético advindo de algum colega. Mas conheço pessoas que já tiveram problemas com advogados antiéticos. Recordo-me de um caso da Justiça do Trabalho em que o advogado ganhou a demanda e fez o levantamento das verbas trabalhistas do cliente e não repassou um centavo sequer ao cliente. Este, por sua vez, me procurou para saber o que poderia fazer, e sugeri que procurasse a Comissão de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil, depois não tive mais contato.
Recentemente, recebi em meu escritório um cliente que possui uma demanda na Vara de Família, e já tinha advogado constituído, mas que mantinha escritório apenas no Estado do Tocantins, e queria constituir um aqui em Brasília, já que o processo tramita aqui. O cliente disse que poderia me outorgar uma procuração que cassaria a do que havia outorgado ao advogado de Tocantins, eu me recusei a fazer, o cliente disse “A senhora não sabe que se entrar com uma procuração cassa a outra?”; eu respondi: Sim, eu sei. E sei também que com essa postura posso sofrer um processo ético perante a Ordem, portanto, caso o senhor queira os meus serviços, entre em contato com seu advogado diga-lhe que renuncie expressamente os poderes que lhe foram constituídos, ou faça o substabelecimento sem reservas destinado à mim. O cliente saiu meio insatisfeito, mas minha forma de trabalhar é esta, e não abro mão de ser assim, embora digam que sou meio radical. Como dizem, em time que está ganhando não se mexe, assim, minha postura radical tem feito meu nome, minha profissão, minha tranqüilidade, e fortalecido minha dignidade.

GIANE SILVA - Por ser mulher, já sofreu algum tipo de preconceito em uma defesa?

TEREZINHA SOARES - Por ser mulher não (risos). Mas sofri no início da carreira, quando um advogado mais velho viu o número da minha Carteira da OAB, me afrontou, em audiência, dizendo que eu estava engatinhando no direito, e tinha muito a aprender ainda. Ao que eu disse, meu caro colega, de fato tenho muito a aprender, contudo, no que concerne às minhas argumentações todas são comprovadamente procedentes, então, embora Vossa Excelência já não tenha mais nada a aprender, percebo que o vosso discurso está eivado de preconceitos, sem qualquer embasamento legal, e deveríamos nos ater ao objeto da causa, já que não sou parte direta nos autos. Data vênia, caro colega, considero que Vossa Excelência ainda não ouviu falar em ato jurídico perfeito. Os debates, a partir de então, tiveram outro tom, mais respeitoso e profissional. E hoje somos grandes amigos. Foi o único caso de "preconceito" que me recordo.

Muito atenciosa ao término da entrevista propus um bate bola de perguntas rápidas e pessoais.

Família?
“ É tudo para mim! É a razão dos meus estudos, da minha lida diária. Minha motivação”.

Amor?
“Meu amor é o meu trabalho. Nos encontramos todos os dias, aprendemos um com o outro, nos completamos, nos bastamos. EIS O MEU AMOR!”

Capricho?
“Sou muito teimosa, e quando tenho razão travo discussões homéricas”.

Preconceito?
“Tenho dificuldades em conviver com pessoas que preguiçosas, que não se esforçam para crescer, para aprender, mas não chega a ser um preconceito”.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O inesperado mundo das cabeças

A exposição dos irmãos Gustavo e Otavio Pandolfo, está em Brasília e chama a atenção para um mundo de sonhos e imaginação. As obras podem ser vistas no Centro Cultural Banco do Brasil até o dia 16 de maio. O principal ponto dessa obra é a cabeça. Em cada objeto tem uma e dentro o que menos se espera.

Um dos objetos que mais impressiona não só pela beleza, mas pela sensação de vertigem nome dado a exposição, é a chamada cabeça de espelho. É formada por duas caixas sobrepostas, com o desenho de um rosto em cada uma delas.
O interior é espelhado, ao entrar nesta cabeça é refletida a imagem da pessoa milhares de vezes e em diversos ângulos. Mostrando como é grande o universo interior de cada pessoa.

O pássaro possui pernas, braços, olhos e boca, as imagens humanas gravadas, dá a impressão que é mesmo uma pessoa fantasiada de passáro. È como se o ser humano tivesse liberdade total para se expressar. Os traços comtemporâneos estão presentes em cada objeto exposto. o público pode interagir com algumas das obras.

Há uma mistura de objetos no mesmo ambiente com feixes de raio laser e uma boa música. Esta mesma mistura de luzes e cores fortes nas obras dos irmãos é que causa um estonteante desequilíbrio nas visões. Quem ainda não foi vale a pena conferir.


A exposição Osgemeos-vertigem vai de 2 de março a 16 de maio de 2010 de terça a domingo, das 9h às 21h no Pavilhão de Vidro do Centro Cultural Banco do Brasil.

Fotos:(imagens google)

Os experts no mundo virtual

Hacker e cracker são confundidos pelas pessoas leigas no assunto. Isso por que são expert em componentes eletrônicos. A diferença entre eles é que o cracker faz mal uso do conhecimento para danificar componentes eletrônicos, roubando dados de pessoas ou de grandes empresas. O hacker trabalha para encontrar falha ou proteger a segurança do sistema. Eles atuam no mundo virtual a qualquer hora do dia ou da noite.

Carlos Lima é um profissional na área de administração, mas já fez a proeza de desenvolver vírus e mandar para os colegas no trabalho. O resultado foi uma pane geral no sistema da empresa. “Na verdade eu não sabia que causava tudo isso, foi uma brincadeira irresponsável, mas na empolgação agi sem pensar”, afirmou.

O que era engraçado custou caro para o dono da empresa. O profissional de sistema da informação costuma cobrar caro por esses serviços. A segurança da informação está relacionada com proteção de dados no sentido de preservar o valor que possuem para um indivíduo ou uma organização.

O mundo está em constante mudança e os avanços tecnológicos também. A cada dia surgem novos recursos e ferramentas e a necessidade de especializar-se é questão de sobrevivência para estes profissionais que ganham a vida protegendo os sistemas de informações.

Foto:(imagens google)


segunda-feira, 12 de abril de 2010

O real no espaço virtual

A cibercultura é uma expressão criada por Pierre Levy para sintetizar o mundo digital centralizando os seus variados usos. Um exemplo é que a palavra ou texto deixa de ser apenas um agrupamento de letras e passa a adotar um conjunto de fontes de informações.

Ele fala do ciberespaço que suporta tecnologias intelectuais e ampliam, exteriorizam e alteram muitas funções cognitivas humanas, por exemplo a memória , a imaginação , a percepção os raciocínios. Tais tecnologias intelectuais favorecem novas formas de acesso à informação, como a navegação hipertextual entre outros.

Na dialética do real e do possível Lévy diz que os bens cujo consumo é destrutivo e a apropriação é exclusiva são reservatórios de possibilidades, potenciais. Seu consumo equivale a uma realização isto é uma escolha exclusiva e irreversível entre os possíveis a uma queda de potencial.

Uma das características da virtualização é seu desprendimento de um aqui e agora particular e não se opõe ao real, mas é um fator que origina novas realidades particulares.
A atualização é definida como uma criação, invenção de uma forma a partir de uma configuração dinâmica de forças e de finalidades.

Para o autor, os seres humanos jamais pensam sozinhos ou sem o auxílio de ferramentas. A Inteligência Coletiva, é um princípio onde os conhecimentos individuais são somados e compartilhados por toda a sociedade, potencializadas com o advento de novas tecnologias de comunicação, como a Internet.

A desterritorialização para Pierre Lévy é o que ele chama de uma das principais modalidades de virtualização que é o desprendimento do aqui e agora, dizendo que o virtual, com muita freqüência, é o não estar presente. A imaginação, a memória, o conhecimento, a religião são vetores de virtualização que nos fizeram abandonar essa presença.

Foto:(imagens google)